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O Cenário da Faculdade de Medicina de Jundiaí


Conheça um pouco da sua História


A idéia da fundação de uma Escola Superior em Jundiaí partiu da própria sociedade jundiaiense, da qual citamos alguns nomes representativos, Prof. José Leme do Prado Filho, Casemiro Brites Figueiredo, Dr. José Pacheco Neto Jr., Rubens do Amaral Gurgel, Vergílio Torricelli, Nelson Foot, Durval Knox da Veiga e inúmeros outros cidadãos jundiaienses, cuja citação seria fastidiosa, mas a quem se rende homenagem, neste momento. A idéia teve eco na administração municipal e, no ano de 1968, pela iniciativa do Prof. Pedro Fávaro, Prefeito Municipal, foi escolhido o curso mais difícil de ser implantado, mas que por outro lado, traria maior prestígio à cidade e atenderia aos anseios dos jovens desta terra. Assim, após aprovação pela Câmara Municipal, sob a presidência do Vereador Paulo Ferraz dos Reis, promulgou a Lei nº 1.506, no dia 12 de março de 1968, criando a Faculdade de Medicina de Jundiaí, como entidade autárquica do Município.

O Prefeito precisava de alguém da área médica, com trânsito nas esferas estadual e federal da educação, para dar corpo e forma à instituição recém criada. Não foi difícil chegar ao nome do Dr. JAYME RODRIGUES como única pessoa que reunia as melhores condições para essa difícil, porém nobre empreitada. Esse mister demandaria inúmeros contatos, muito empenho e escolha dos colaboradores certos para implantação de um curso médico de alto gabarito e à altura das melhores instituições congêneres do Estado e do País.

O Dr. Jayme Rodrigues, para aceitar a incumbência, impôs algumas condições. Fez seus cálculos, como administrador nato, e colocou ao Prefeito o custo, para o município, de um curso completo, incluindo gastos com Hospital, onde seria desenvolvida a formação prática dos futuros médicos. Estabeleceu em 60 (sessenta) o número de vagas, em acordo com a capacidade do Hospital, no intuito de dar qualidade ao curso que começava a moldar. Todas as condições por ele estabelecidas foram aceitas pelo Prefeito.

Iniciou seus contatos com a Universidade de São Paulo, berço de sua formação, de cuja Faculdade de Medicina trouxe para Jundiaí um grupo de eminentes Professores. Seu intenso trabalho junto às autoridades estaduais e seu largo conhecimento da cúpula de ensino médico, possibilitaram a formação de um corpo docente de alto padrão e de capacitação incontestável. Todos esses professores foram imediatamente aprovados pelo Conselho Estadual de Educação, alguns até sem necessidade de curriculum vitae, pelo seu reconhecido saber e renome nacional e internacional. Seu conhecimento e suas amizades na esfera estadual possibilitaram a autorização para funcionamento da Escola ainda no ano de 1968, tanto pelo Conselho de Educação como pelo Governador do Estado - Decreto 51.029, de 06/12/68.

Conseguiu adaptar o prédio sede da Faculdade, cedido pela Prefeitura, à rua Francisco Telles, 250, na Vila Arens, e, em menos de seis meses, iniciar o curso médico no dia 24 de março de 1969. Isto foi possível, graças ao apoio recebido do ex-Vereador e jovem Prefeito da cidade, Dr. Walmor Barbosa Martins. O Vice-Prefeito, Dr. Tarcísio Germano de Lemos, atuou na Faculdade como assessor jurídico até 1973.

O curso teve grande procura no seu primeiro concurso vestibular, quando 588 candidatos disputaram as 60 vagas oferecidas. Colaboraram nesse primeiro Exame Vestibular, entre outros, o Prof. Pedro C. Fornari, que gentilmente cedeu as instalações das Escolas Padre Anchieta, para aplicação das provas do concurso, Dr. Lavoisier França Silveira, Eduardo Sodrzeieski, Prof. José Leme do Prado Filho, Casemiro Brites Figueiredo, Otto C. Fehr e Oswaldo Willy Fehr, o qual, a convite do Dr. Jayme Rodrigues, aceitou o cargo de Secretário Administrador da Faculdade, atividade que desempenhou, de forma exemplar e brilhante, até 09 de julho 1997, data de seu falecimento. Cabe salientar a participação do laborioso e competente Sr. José Maria do Monte Carmelo, que datilografou e mimeografou as provas do concurso até 1972, quando passou a integrar o quadro de funcionários da Faculdade como Secretário da Congregação e Departamentos.

No corpo docente do primeiro ano, contamos com os ilustres Professores: Prof. Dr. Metry Bacila - Bioquímica e Biofísica; Prof. Dr. Antonio Sesso - Histologia; Prof. Dr. Douglas Antonio Zago - Embriologia; Prof. Dr. Olavo Marcondes Calasans - Anatomia e Neuroanatomia. Esses Professores trouxeram suas respectivas equipes e deram estrutura sólida ao curso aqui ministrado, comparado à própria Universidade de São Paulo, graças ao pequeno número de alunos e as condições físicas e materiais oferecidos. O prestígio veio naturalmente e, no segundo vestibular, o número de candidatos aumentou para 997 interessados. No terceiro concurso (1971), esse número cresceu ainda mais, chegando a 1217 jovens, sem dúvida pela seriedade e gabarito do curso oferecido.

Em 1970, foram contratados novos professores para atender ao 2o ano médico, mantendo o padrão USP, entre os quais citamos: Prof. Dr. Carlos da Silva Lacaz - Microbiologia e Imunologia; Prof. Dr. Oswaldo Paulo Forattini e Prof. Dr. Dino Pattoli - Parasitologia; Prof. Dr. Erasmo Garcia Mendes - Fisiologia; Prof. Dr. Naim Sauaia - Bioestatística; Prof. Dr. Fernando Varela de Carvalho - Farmacologia; Prof. Dr. Sérgio Olavo Pinto da Costa - Genética Médica; Prof. Dr. Edmundo Juarez - Medicina Preventiva; os quais montaram suas equipes com Professores Assistentes da Universidade de São Paulo.

Em 1971, para dar início a atividade hospitalar, o Dr. Jayme Rodrigues, conseguiu pelos bons ofícios do Prof. Dr. Paulo Sawaya, então Presidente da Sociedade Vicentina em São Paulo, um comodato com essa Sociedade para utilização do Hospital São Vicente de Paulo, por 50 anos, pela Faculdade. Trouxe para chefiar as Disciplinas da área clínica, os Professores de grande experiência e de renome, tais como: Prof. Dr. Aníbal Cipriano da Silveira Santos - Psicologia Médica e Psiquiatria; Prof. Dr. João Tranchesi - Clínica Médica; Prof. Dr. Paulo D. Branco e Prof. Dr. Eugênio Américo Bueno Ferreira - Cirurgia; Prof. Dr. Sérgio Toledo de Moura Campos - Técnica Cirúrgica; Prof. Dr. Fernando B.P. Leitão - Anestesiologia; Prof. Dr. Antonio Monteiro Cardoso de Almeida - Patologia; entre outros.

Graças ao Prof. Walter Leser, DD. Secretário de Estado da Saúde, atendendo a pedido de seus amigos, Dr. Jayme Rodrigues e Prof. Aníbal Silveira, foi cedido o Hospital de Juqueri, em Franco da Rocha, para o ensino de Psicologia Médica, Psicopatologia e Psiquiatria, através de convênio específico.

Vale salientar que, a partir de 1971, a Faculdade passou a contar com a ajuda dos médicos que atuavam no Hospital de Caridade São Vicente de Paulo, como Professores Assistentes das áreas clínicas, cabendo lembrar, os nomes de Júlio Ferreira, Célio Ciari, Antonio Mendes Pereira, Edward Aleixo de Paula, Murilo R. Viotti, Lavoisier França Silveira, Antonio Carlos Ferragut, Eurico Malagodi, Natalino Filipini, entre outros.

No ano de 1972, o Dr. Jayme trouxe outros grandes especialistas, tais como: Prof. Dr. Luiz Gustavo Wertheimer - Ortopedia e Traumatologia; Prof. Dr. Gilberto Menezes de Góes - Urologia; Prof. Dr. Armando de Aguiar Pupo - Endocrinologia; Prof. Dr. João Targino de Araújo - Hematologia e Laboratório Clínico; Prof. Dr. Wilson Cossermelli - Reumatologia; Prof. Dr. Roland Veras Saldanha - Nefrologia; Prof. Dr. José Eduardo da Costa Martins - Dermatologia; Prof. Dr. Ricardo Veronesi - Moléstias Infecciosas e Parasitárias; Prof. Dr. Álvaro da Cunha Bastos - Ginecologia e Obstetrícia; Prof. Dr. João Gilberto Maksoud - Cirurgia Pediátrica; Prof. Dr. José Lauro de Araújo Ramos - Pediatria Clínica, entre outros. Nesse ano, foi inaugurado o Pronto Socorro Municipal de Jundiaí, sob total responsabilidade da faculdade, em cujo corpo clínico contou com a decisiva colaboração, para sua implantação, do Dr. Roberto Anania de Paula, Dr. Edward Aleixo de Paula, Dr. Cesar Moscoso Carrere, Dr. Mamed Hussein, Dr. Oswaldo Tempestini, Dr. Carlos Alberto Serafim, entre outros.

Nesse mesmo ano, graças aos seus contatos junto ao SESI - Serviço Social da Indústria em São Paulo, o Diretor conseguiu a cessão do Hospital nº 2 de Jundiaí para gerenciamento do Departamento de Pediatria, quanto a sua parte clínica, por tratar-se de Hospital essencialmente pediátrico, servindo ao ensino dessa especialidade médica, a partir do 4o ano de graduação.

No ano de 1973, completaram o corpo docente, os ilustres Prof. Dr. Aloysio de Mattos Pimenta - Neurocirurgia e Neurologia; Prof. Dr. Newton Kara José - Oftalmologia; Prof. Dr. Clemente Isnard Ribeiro de Almeida - Otorrinolaringologia, entre outros.

Nesse ano, uma vez que a legislação não permitia mais recondução ao cargo, o Dr. Jayme Rodrigues, foi substituído na Direção da Faculdade pelo seu Vice-Diretor, Dr. Joaquim Jacyntho Floriano de Toledo, da Disciplina de Ortopedia e Traumatologia e médico conceituado na cidade de Jundiaí.

Cumpre registrar que, o Dr. Jayme Rodrigues antes de entregar a direção, conseguiu consolidar a implantação da Faculdade de Medicina de Jundiaí com o reconhecimento federal através do Decreto nº 71.656, de 04/01/73, antes, portanto, de Ter início o internato, o que significou feito inédito no país, pois a 1a turma graduou-se somente em dezembro de 1974.

O afastamento do Dr. Jayme Rodrigues da direção da Faculdade de Medicina de Jundiaí foi apenas aparente, pois, a sua colaboração continuou com o mesmo entusiasmo inicial. Acompanhava com muito interesse a atividade de alunos e ex-alunos da Faculdade de Medicina de Jundiaí, bem como o desempenho de seu corpo docente. Aos diretores que o seguiram, não faltou com sua experiência e tirocínio. Nos desentendimentos entre as autoridades municipais e a Faculdade de Medicina de Jundiaí, o Dr. Jayme sempre agiu como mediador, procurando conciliar as partes para que estes desentendimentos não chegassem ao ponto do rompimento de relações. Contudo, a incompreensão da administração Benassi e de seus secretários foi, sem dúvida, para a Faculdade de Medicina de Jundiaí, a mais nociva e deletéria, chegando a quase conseguir seu fechamento. Essa situação foi a mais sentida e que causou profundo desgosto ao estimado Dr. Jayme Rodrigues.

O Dr. Toledo, como era conhecido, permaneceu na direção da Faculdade por curto espaço de tempo, em virtude da situação criada pela nova administração municipal chefiada pelo Sr. Íbis P. Mauro da Cruz que, ignorando o comodato da Faculdade com a Sociedade São Vicente de Paulo, fez aprovar novo convênio com a Prefeitura e passou a administração do nosocômio ao Secretário da Saúde, Dr. Arnaldo Reis, exonerando o Diretor da Faculdade. O Secretário da Saúde nomeou diretores administrativo e clínico do Hospital, que resultou em má administração, comprovada através de ações populares movidas contra o Prefeito e seus assessores quando deixaram os respectivos cargos.

Substituiu o Dr. Toledo na direção da Faculdade, o Prof. Dr. Metry Bacila, Vice-Diretor. Dada a incompatibilidade entre a administração municipal e da Faculdade, o clima no Hospital foi se deteriorando, a ponto de em 1975, a Faculdade procurar outro local para ministrar seu curso prático, principalmente o internato. Assim, considerando o relacionamento já existente com a Secretaria de Estado da Saúde e com o Hospital de Juqueri, onde também funcionava uma Divisão de Saúde de Pacientes internados, firmou-se convênio para utilização daquela instituição hospitalar, e quase todo o curso prático passou a desenvolver-se lá.

Retrocedendo um pouco, vale lembrar que a primeira turma de médicos deixou a Escola no ano de 1974, tendo como Patrono o Dr. Jayme Rodrigues e, como Paraninfo, o Prof. Dr. Olavo Marcondes Calasans, o que demonstra a grande consideração que os alunos tinham pelo Dr. Jayme, embora este não tivesse ministrado aulas no curso médico. Nesse sentido, cabe registrar que o Dr. Jayme foi homenageado por todas as turmas que se sucederam, mesmo as que nenhum contato tiveram com ele.

Em 1973, em reconhecimento ao trabalho de organização e estruturação da Faculdade, o Dr. Jayme foi alvo de merecidas homenagens - recebeu o título de Professor Honorário e foi criado o Prêmio Doutor Jayme Rodrigues - Organizador da Faculdade, a ser conferido ao doutorando de maior destaque no curso médico, a cada ano.

A partir de 1975, portanto, o internato e um início de Residência Médica passaram a desenvolver-se em Franco da Rocha, com exceção da Pediatria, que era totalmente realizada no Hospital do SESI de Jundiaí, e da Tocoginecologia, que permaneceu no Hospital São Vicente de Paulo. Houve, também, problemas com a Clínica Cirúrgica, pois a 3a turma negou-se a ir a Franco da Rocha, obrigando a diretoria a liberar o internato dessa área, que foi realizado, excepcionalmente no ano de 1976, no Hospital São Vicente de Paulo, sem a participação dos docentes desta Faculdade, mas sob a orientação do Prof. Dr. Euclides Marques, médico do corpo clínico do Hospital e docente da FMUSP.

O Prefeito Íbis Cruz, ao deixar a Chefia do Executivo Municipal, comprovou sua pouca afeição à Faculdade de Medicina de Jundiaí, fazendo consignar no orçamento de 1977, o valor de 100 mil cruzeiros, apenas para cumprir a exigência legal.

Para satisfação de todos os que simpatizavam com a Faculdade, elegeu-se Prefeito no ano de 1976, o criador da Faculdade, Professor Pedro Fávaro, o qual inicia sua segunda gestão na chefia do Executivo Municipal, em março de 1977.

No primeiro ano de sua gestão, o Hospital São Vicente de Paulo foi transformado em Hospital-Escola, retornando para lá todas as atividades práticas do curso médico e, no ano seguinte, tiveram início os programas de Residência Médica. Permaneceram em Franco da Rocha algumas clínicas, pois criaram Serviços exemplares naquele Hospital; a Psiquiatria, sob a competente orientação do Prof. Dr. Aníbal C. Silveira Santos; a Dermatologia, sob a chefia do Prof. Dr. Fernando Augusto de Almeida; a Otorrinolaringologia, sob a direção do Prof. Dr. Clemente I. Ribeiro de Almeida e a Oftalmologia, em cuja chefia estava o Prof. Dr. Rubens Belfort de Mattos Jr.

Em maio de 1977, após profundo desentendimento com alunos e com o Secretário da Saúde Municipal, deixa a direção da Faculdade, o Prof. Dr. Metry Bacila, ilustre professor de Bioquímica e Biofísica, que entre outras realizações, organizou o quadro docente da Faculdade, abriu a possibilidade de atuação em Franco da Rocha, fez modificações no currículo do curso e organizou Regimento Interno da Faculdade, além de estruturar os Departamentos Acadêmicos e incentivar as monitorias de áreas básicas.

Assumiu a diretoria, interinamente, o Prof. Dr. Aníbal C. da Silveira Santos, porque o Vice-Diretor, Prof. Dr. Antonio M. Cardoso de Almeida encontrava-se no exterior em viagem de férias. Retornando, assumiu a diretoria e reuniu a Congregação para eleição de lista sêxtupla para escolha de novo Diretor. O nome mais votado da lista foi o do Prof. Dr. Aníbal C. da Silveira Santos, cientista e psiquiatra de renome internacional, por representar o diálogo e o entendimento após a tumultuada gestão do Prof. Bacila. O Prof. Pedro Fávaro não teve dúvidas e o nomeou, em setembro de 1977, para mandato de quatro anos.

Nos anos que se seguiram, as dificuldades financeiras da Faculdade e do Hospital São Vicente se agravaram. Apesar disso, foram incentivados e implementados os programas de Residência Médica da Faculdade no Hospital São Vicente e em Franco da Rocha. O Prof. Aníbal chegou mesmo a propor ao MEC um curso de pós-graduação na área de Psiquiatria, que só não foi aprovado por falta de massa crítica de docentes em tempo integral nas áreas básicas envolvidas no programa.

Os Programas de Residência Médica criados foram os de Clínica Médica, Cirurgia Geral, Ginecologia e Obstetrícia, Pediatria, Psiquiatria, ORL, Dermatologia e Oftalmologia, todos credenciados pela Comissão Nacional de Residência Médica no ano de 1982.

Em 1978, vencido o mandato do Prof. Dr. Antonio Monteiro Cardoso de Almeida na Vice-Diretoria da Faculdade, foi eleita lista sêxtupla, em cujo topo figurou o nome do Prof. Dr. Álvaro da Cunha Bastos, a quem o Sr. Prefeito confirmou naquele cargo. Em 1979, aos setenta e sete anos, falece o Prof. Dr. Aníbal C. da Silveira Santos, em pleno exercício de suas funções.

Nova lista sêxtupla é elaborada e o Prof. Dr. Álvaro da Cunha Bastos, de Vice-Diretor em exercício, torna-se o Diretor, com mandato até 1983. Para a Vice-Diretoria da Escola, é confirmada a indicação do Prof. Dr. Antonio Monteiro Cardoso de Almeida.

Na gestão do Prof. Álvaro e Prof. Cardoso de Almeida, os seguintes fatos devem ser registrados: 1) Elaboração de novo Regimento da Faculdade, aprovado pelo Conselho Estadual de Educação no ano de 1980 e vigindo a partir de 1981; 2) Modificação do currículo da Faculdade a partir de fórum de debates sobre o assunto, presidido pelo Prof. Dr. João Palermo Neto, Professor de Farmacologia, cuja implantação se deu nos anos de 1982 e 1983, alterando, basicamente, o internato, que passou a ser realizado em dois anos; 3) Em 1981, foi denunciado convênio global de gerenciamento do Hospital de Clínicas Especializadas pela Faculdade, mantendo-se somente as clínicas com Residência Médica em funcionamento; 4) Em 1983, realizou-se o 1o Congresso Médico-Acadêmico da Faculdade, que revestiu-se de pleno sucesso; 5) A Revista Perspectivas Médicas foi publicada regularmente, com artigos do próprio corpo docente e trabalhos realizados dentro da Escola; 6) Em 1981, o Hospital São Vicente de Paulo, desde 1978 administrado pela Faculdade, é alvo de críticas e inquérito administrativos, por parte da Câmara Municipal de Jundiaí. Denuncia-se o convênio com a Sociedade Vicentina e a Prefeitura formaliza novo convênio, a partir de 1982, através do qual há acordo do corpo clínico quanto a remuneração apenas por produtividade. Do escândalo do ex-Secretário da Saúde da administração Fávaro, nada resta, apenas o descontentamento de alguns médicos que deixam em definitivo a Faculdade e o Hospital, representando grande perda para os alunos e para a Escola; 7) Ao final de seu mandato, aceita proposta da Prefeitura, encampada pelos alunos, para eleição de nome de consenso da comunidade acadêmica para substituí-lo na direção da Faculdade. Abrem-se inscrições para candidatos, faz-se eleições, aparece nome aceito pela comunidade acadêmica diferente do que interessa ao Prefeito e seu Secretário de Saúde. Dias antes de vencer o mandato do Prof. Álvaro da Cunha bastos, desliga-se da Faculdade o Sr. Oswaldo Willy Fehr, Secretário Administrador desde os seus primórdios. Assume o cargo, Carlos de Oliveira Cesar, até então Secretário da Congregação e Departamentos e trabalhando na Faculdade desde 1971.

Assume a diretoria, o Vice-Diretor Prof. Dr. Antonio Monteiro Cardoso de Almeida, em virtude da indecisão do Prefeito e da interferência do seu Secretário da Saúde, o dentista Hamilton Belini, quanto à escolha do novo Diretor de lista sêxtupla a ele encaminhada, o que obedeceria o ritual da legislação e do Regimento da Faculdade. O Prefeito foi convidado pela Congregação da Faculdade para reunião em seu prédio sede quando afirmou, categoricamente, "ou tenho um diretor meu ou fecho a Faculdade".

Após manobra para colocar a opinião pública e a Câmara Municipal contra a administração e o corpo docente da Faculdade, tentou fazer intervenção municipal na Escola. Decretou a intervenção em 01/02/84, exonerando o Vice-Diretor em exercício e o Secretário Administrador, nomeando um ex-aluno como interventor da Faculdade e do Hospital São Vicente de Paulo. Este exonerou vário professores da Faculdade e médicos do Hospital. Mandado de segurança impetrado pelo Vice-Diretor, professores e pelo Secretário Administrador, restabeleceu a autonomia da Faculdade em 15 dias. Porém, continuou situação insustentável no Hospital.

Apesar de incitado a fazê-lo, o Prefeito negou-se a escolher Diretor a partir da lista sêxtupla a ele enviada. Devolveu a lista, afirmando não concordar com os nomes nela constantes.

Muito desgastado pelos acontecimentos, desligou-se da Faculdade, em caráter irrevogável, o Prof. Dr. Antonio M. Cardoso de Almeida, em 07 de março de 1984.

Para evitar acefalia diretiva, assume interinamente a direção da Faculdade, o Prof. Dr. Roberto Focaccia, Professor da Disciplina de Moléstias Infecciosas e Parasitárias, buscando apoio do Governo do Estado e procurando negociação com a Prefeitura. Em julho, a Câmara aprova lei que autoriza o Prefeito a decretar o fechamento da Faculdade. O Prof. Focaccia desgasta-se tremendamente em pouco tempo, e demite-se do cargo em setembro do mesmo ano, após promulgação do decreto do Prefeito Benassi extinguindo a Faculdade gradativamente.

Assume a direção da Faculdade, também interinamente, o Prof. Dr. Antonio José Brussolo da Cunha, em outubro de 1984, com o propósito de aproximação da Prefeitura, o que é visto com reserva e até desconfiança pelos alunos e professores. Os alunos exercem pressão insustentável, obrigando-o a demitir-se do cargo em maio de 1985.

Assume a direção da Escola, ainda de maneira interina, o Dr. Marco Antonio Paes de Freitas, que não pode ser confirmado no cargo, por não pertencer à Congregação da Faculdade.

A Prefeitura faz ataques rotineiros à Faculdade pela imprensa e até em jogos do Paulista Futebol Clube. Fecha o Hospital para reformas e obriga a Faculdade a procurar outro local para internato dos seus alunos. O internato passa a ser realizado no Hospital do Mandaqui, em São Paulo, graças ao apoio da Secretaria da Saúde do Estado, através do seu Titular, Dr. João Yunes.

Toma posse, em junho de 1985, o mais jovem diretor interino, Dr. Vanor Wagner Rezende, tentando, com apoio de alunos e professores, retomar o Hospital São Vicente de Paulo e realizar o concurso vestibular daquele ano, o qual é suspenso às vésperas de sua realização, pela justiça, a pedido do Prefeito Benassi. A luta continua. É movida ação popular contra o Prefeito, por decretar o fechamento da Faculdade. O desgaste do Dr. Vanor é grande e demite-se em setembro de 1985.

Assume em seguida, o Prof. Dr. Aloysio de Mattos Pimenta, ilustre e renomado neurocirurgião, recém aposentado da Escola Paulista de Medicina, o qual enfrenta o Prefeito e seu Secretário de Saúde, ansiosos por fechar a Faculdade, mas de mãos atadas, graças a ação popular.

O Professor Pimenta, como era conhecido, tomou a iniciativa de preencher vagas de 1o e 2o ano em 1986, com alunos transferidos de outras Escolas Médicas e graduados em cursos paramédicos, o que é contestado pela Prefeitura, através de mandatos de segurança, sem sucesso. Em 1987, também preenche as vagas de 1o ano da mesma forma. Torna-se extremamente popular na cidade.

O saudoso Professor Pimenta faleceu, por rompimento de aneurisma de aorta, em junho de 1987, a bordo de avião, em viagem de Portugal para o Brasil, após inauguração de museu em homenagem a Egas Moniz, Prêmio Nobel de Medicina. A indicação para essa comenda partiu do Prof. Pimenta, na época, quando chefiava a delegação brasileira em Congresso da especialidade.

Substituiu o Prof. Pimenta, o Prof. Jalma Jurado, a partir de julho de 1987. Continuou com a prática de admitir alunos por aproveitamento de estudos, para preencher as vagas de 1o ano. Mudou o sistema de pagamento do corpo docente, equilibrando o orçamento da Escola.

Em setembro de 1988, é determinada, pelo Conselho Federal de Educação, a intervenção federal na Faculdade e o MEC nomeia o Prof. Dr. Raymundo Manno Vieira, para o cargo de Diretor Pró-tempore. Assumiu as funções em 15 de setembro daquele ano. Sentiu os interesses da comunidade acadêmica, do Prefeito e do próprio MEC. Percebeu o potencial da instituição. Conseguiu Hospital-Escola para realização do internato através do ERSA-14 de Franco da Rocha. Apesar das resistências, implantou o internato na Divisão de Saúde de Pacientes Internados daquele ERSA, sem ônus para o Município de Jundiaí e, hoje, até carrea recursos para pagamento dos docentes de área clínica. Com a eleição do Dr. Walmor Barbosa Martins e Prof. Pedro Fávaro como Prefeito e Vice, respectivamente, a partir de janeiro de 1989, como primeiro ato dessa nova Administração, revogou-se a extinção da Faculdade. A Faculdade, então, realizou concurso vestibular pela VUNESP, com 1000 candidatos concorrendo às 60 vagas do curso. Regularizou a vida acadêmica dos alunos que ingressaram por aproveitamento de estudos. Fez reformas no prédio sede da Faculdade. Implantou carreira docente, submetendo todos os docentes a concurso. Criou Programa de Residência Médica em Medicina Geral Comunitária. Facilitou o ingresso em cursos de pós-graduação na Escola Paulista de Medicina de vários professores. Teve grande influência no recredenciamento dos Programas de Residência remanescentes de Franco da Rocha. Reformulou o currículo da Instituição e instituiu novo Regimento, aperfeiçoando os colegiados e a vida institucional da Faculdade.

Foi nomeado pelo Prefeito como interventor do Hospital São Vicente de Paulo, colocando o nosocômio em pleno funcionamento e atendendo às expectativas da comunidade local.

Manteve como premissa, a necessidade da independência administrativa e financeira da Faculdade, como condição para a estabilidade da Instituição, possibilitando um retorno à merecida posição entre as melhores Escolas Médicas do Estado e do País.

O Prof. Manno, como era conhecido, tinha grandes planos para esta Faculdade. Nomeado pelo Prefeito Municipal fez parte e liderou grupo, integrado por empresários e educadores, que estudou a implantação da Universidade Municipal de Jundiaí, chegando a apresentar anteprojeto, ao qual infelizmente não foi dada sequência pelo governo municipal. Chegou a protocolar no MEC projetos para implantação de cursos superiores de Fonoaudiologia e Fisioterapia. Além das medidas já citadas para reorganização da Faculdade, não podemos deixar de registrar que foi ele quem deu início à informatização da Faculdade, criando departamento para auxiliar os professores no preparo de material didático (slides, etc.). Pelo seu trabalho docente junto aos alunos, seu bom relacionamento com o corpo docente, de maneira geral, e sua experiência em administração universitária, tornou-se querido por alunos, docentes e funcionários, integrando-se totalmente à vida acadêmica da Faculdade e sempre fazendo referências elogiosas à cidade de Jundiaí. Contudo, como soe acontecer quando alguém se destaca, havia raros docentes descontentes, em geral por razões pessoais, que inviabilizaram sua permanência na Faculdade ao término da intervenção, no início de 1992, para a qual fora nomeado em setembro de 1989. Encerrada oficialmente a intervenção pelo MEC, assumiu interinamente a diretoria da Faculdade, enquanto a Congregação elegia lista sêxtupla para escolha de diretor pelo Prefeito Municipal, conforme previsto no Regimento e na legislação em vigor, o Decano, Prof. Dr. Álvaro da Cunha Bastos, ex-diretor e Professor Titular de Ginecologia. Dada sua popularidade e sua inegável competência o nome do Prof. Manno figurou como o mais votado da referida lista pela Congregação. O Prefeito Walmor o escolheu e encaminhou para referendo da Câmara Municipal. Porém, a Câmara Municipal rejeitou seu nome para continuar na direção da Faculdade, não sendo reveladas as verdadeiras razões para isso. O Prefeito, após acordo com a Câmara Municipal, indicou o nome do Prof. Jalma Jurado, Professor Titular de Cirurgia Plástica e ex-diretor interino, constante da lista sêxtupla, antes encaminhada, o qual tomou posse do cargo de diretor, para mandato de quatro anos, em maio de 1992.

Assumiu a direção da Faculdade o Prof. Jalma Jurado, encontrando grande resistência tanto de professores quanto de alunos. Apesar disso, com o apoio de alguns professores e uma férrea vontade de reconstruir a Faculdade iniciou um trabalho de reformas do prédio, visando dar melhores condições de trabalho ao ciclo básico do curso médico. Assim, reformou o Biotério, ao qual deu o nome de Unidade de Apoio ao ensino e pesquisa Prof. Dr. Metry Bacila, em merecida homenagem ao primeiro professor de Bioquímica desta Faculdade e pesquisador de fama internacional. Reformou totalmente o primeiro andar do prédio para reunir todos os laboratórios (Bioquímica, Fisiologia, Patologia, Microbiologia, Parasitologia, Farmacologia) todos próximos, melhorando o aproveitamento dos espaços no interior do prédio e modernizando esses laboratórios cujas instalações estavam totalmente sucateadas. Reformou o subsolo do prédio onde sempre funcionou o Laboratório de Anatomia, em condições muito precárias. Essa reforma possibilitou a instalação do Laboratório de Técnica Cirúrgica, com instalações modernas, onde se instalou o Centro de Videolaparoscopia, treinando cirurgiões de todo o país nessa nova técnica, sob o competente comando do Dr. Roberto Anania de Paula, este nomeado Vice-Diretor a partir de 1994, e do Prof. Eugênio Américo Bueno Ferreira, Professor Titular de Técnica Cirúrgica. Ainda promoveu a reforma dos Anfiteatros, dotando-os de ótimas condições para as aulas teóricas do curso. A par disso o Prof. Jalma tomou atitudes importantes para o futuro da Escola, tais como, atualização das mensalidades pagas pelos alunos, nos quais encontrou muita resistência, o que é natural, e atualização do salário do corpo docente, totalmente defasado, impossibilitando preencher vagas no quadro de professores com profissionais de elevada formação. Com a colaboração de professores interessados alterou o Regimento da Faculdade, que foi aprovado pelo Conselho Estadual de Educação no final do seu mandato. O seu sucessor natural seria o Vice-Diretor. Contudo, levando em conta a grande amizade do Prof. Jalma e o apoio político por ele oferecido, de lista sêxtupla eleita pela Congregação foi escolhido pelo Prefeito André Benassi para dirigir a Faculdade, a partir de 1996 o Dr. Paulo Rowilson Cunha, Professor Titular de Dermatologia. O fato de ser ex-aluno da Faculdade o credenciava. Foi um diretor prudente e esforçado, procurou manter boas relações políticas com a Prefeitura, tendo conseguido melhorar a subvenção até então consignada, mas que não se alterou durante o seu mandato.

Entre suas realizações podemos citar a reforma do segundo andar do prédio, dotando a Biblioteca de modernas instalações e de Laboratório de Informática; a instalação do Ambulatório de Especialidades. Em sua administração, tanto por problemas estruturais da Divisão de Saúde de Pacientes Internados de Franco da Rocha, quanto pela vontade dos professores da área, com apoio da Prefeitura Municipal e da diretoria do Hospital, o Departamento de Clínica Médica reinstalou-se no Hospital São Vicente de Paulo. Tentou imprimir o ufanismo pela Escola entre os alunos e os ex-alunos, que tentou reunir no ano de 1998. Com a obrigatoriedade da participação do Provão do MEC e o bom resultado obtido pelos nossos doutorandos fez boa propaganda pessoal e da Faculdade. Exerceu a Vice-Diretoria a partir de 1997 o Dr. Ayrton Cassio Fratezi. Contudo, dadas as características pessoais do Diretor, este não permitiu que o Vice-Diretor o substituisse nem sequer em suas férias. Essas mesmas características impossibilitaram que continuasse na diretoria da Faculdade para um segundo mandato, pois sua atitude concentradora e desprestígio de pessoas que poderiam ter colaborado para o engrandecimento da Escola, contribuiram para que não viesse a figurar na lista tríplice para escolha do atual diretor da Faculdade, apesar do seu enorme esforço político para isso.

Assumiu a direção da Faculdade em maio de 2000 o Dr. Nelson Lourenço Maia Filho, com apoio de alunos, professores e políticos locais, e com grande vontade de enfrentar problemas cruciais do curso médico, tais como dotar a Faculdade de Hospital próprio, uma Fundação de Apoio, bem como promover reforma curricular, incentivando os professores a modernizarem seus cursos e terem efetiva e ampliada participação nas atividades clínicas, melhorando os serviços e, conseqüentemente, o ensino de graduação e a residência médica. Aumentou a participação de docentes, alunos e funcionários na reformulação e crescente melhoria do ensino médico oferecido por esta Faculdade. O resultado da avaliação do MEC dando conceito B para todos os itens foi motivo de comemoração, mas trouxe a responsabilidade de manter a qualidade do ensino e tentar o seu aprimoramento. A administração participativa e a constante avaliação dos programas ministrados trouxeram, como conseqüência, o aprimoramento do curso.

Em 2001, vinte ambulatórios de especialidades médicas destinados ao atendimento público foram coordenados pela FMJ. Ao todo, a Instituição contabilizou 8.000 atendimentos. Além disso, os alunos e residentes da Faculdade intensificaram a participação profissional nas Unidades Básicas de Saúde do Município. Através do Programa Saúde da Família (PSF) empreenderam a força de trabalho pelo segundo ano consecutivo na UBS Vila Novo Horizonte, atendendo a cerca de 15.000 pessoas. Em 2002, mais duas UBS´s serão atendidas pelos alunos da FMJ: Agapeama e Morada das Vinhas. Em outra iniciativa, a Instituição foi pólo de capacitação de médicos e agentes comunitários que se inscreveram para o PSF e que, em 2002, serão coordenados pela Secretaria da Saúde.

Em se tratando dos programas de Saúde Pública, a FMJ aderiu e teve participação marcante nas campanhas Olho no Olho, que deu atendimento oftalmológico a cerca de 300 crianças num único dia; na empreitada contra a Diabetes, realizada no Ambulatório de Especialidades e no projeto Sinal Amarelo que, em parceria com o SEMIS, dá atendimento psiquiátrico a crianças e adolescentes da FEBEM em liberdade vigiada.


HOSPITAL ESCOLA

Para completar um ano de transformações e ainda estreitar o nível de interação com a Saúde Municipal, a Instituição realizou em 2001, dois de seus sonhos mais antigos. A formação da Fundação Dr. Jayme Rodrigues chegou para dar novos horizontes à FMJ. Em se tratando de uma autarquia municipal, até o ano passado a Instituição via barrada por empecilhos legais, sua intenção de buscar parceiros na iniciativa privada. Este ano, com o incentivo de novos apoiadores, a FMJ tende a desenvolver um maior números de projetos nas áreas de pesquisa, capacitação profissional, programas de saúde, entre outras, que também visam o aprimoramento do serviço de saúde da cidade.


A segunda e mais marcante conquista de 2001 foi a compra do Hospital Santa Rita, que a partir desse ano será utilizado como Hospital-Escola da Instituição. Depois de quase 34 anos de história, os alunos da FMJ poderão contar pela primeira vez com seu próprio hospital. E as negociações para a obtenção do mesmo, mostram mais uma vez a harmonia entre a Instituição e o Poder Público. Após indicação do prefeito Haddad, o imóvel foi desapropriado em sessão histórica da Câmara Municipal no dia 6 de novembro. A partir de 18 de abril de 2002 a Faculdade de Medicina ocupará o prédio e lá, disponibilizará atendimento médico gratuito à população. A mudança deve humanizar o ritmo do Hospital São Vicente de Paulo e proporcionar mais uma opção para o jundiaiense.

Contribuíram e continuarão fornecendo subsídios para esses aprimoramentos, sem sombra de dúvidas, os órgãos recém–criados como o NADIPE (Núcleo de Apoio Didático Pedagógico) e o NAPESQ (Núcleo de Apoio à Pesquisa), bem como o trabalho conjunto desses órgãos com a Comissão Curricular e a CIERM ( Comissão de Internato, Estágio e Residência Médica ).



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